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terça-feira, 18 de abril de 2017

PROFESSOR REFLEXIVO


O que significa ser um professor reflexivo?

Acredito que a prática reflexiva requer um constante policiamento da atitudes de nós professores, tanto dentro da sala de aula como fora, sendo necessário que o professor esteja sempre se questionando, fazendo-se pergunta como:De que modo estou trabalhando?Para quem trabalho?Qual finalidade de ensino da minha disciplina?Por que trabalho dessa forma?Alcanço os resultados almejados no meu trabalho?De que forma posso tornar mais eficaz minha prática?
Com isso, entendo que nós como profissionais nunca devemos nos sentir completamente satisfeitos com nosso trabalho e com nossas atitudes perante ele, para que dessa forma, possa estar sempre em busca de melhoras na nossa prática.
Para a escola, adaptar-se a esta história em transformação, cabe primeiro perguntar-se o que é transformar e o que quer transformar, pois toda mudança exige risco, aceitação e comprometimento com o novo, não podendo ser negado, apenas por ser novo e diferente para a prática que se aplica (FREIRE,1996). Transformar, então, é analisar e refletir suas metodologias e suas fases pedagógicas.

domingo, 16 de outubro de 2016

ESCOLAS GAIOLAS OU ESCOLAS ASAS

Após assistir o vídeo sobre a vida de Rubem Alves, O Professor dos Espantos, consegui entender um pouco mais sobre a vida deste magnífico escritor, pois no vídeo ele relata sua vida desde a infância até os motivos que o levaram a seguir esta profissão. Um vídeo muito rico em detalhes de como foi sua vida, suas escolhas, decepções....
Após assistir o vídeo, nos foi proposto a leitura do texto "Escolas Gaiolas ou Escolas Asas", também do referido escritor, para reflexões.
O referido texto nos faz refletir que tipo de alunos estamos formando? Que as “escolas gaiolas” tornam os alunos passivos no ato da reflexão, não questionando o mundo em que estão inseridos, aceitando tudo pronto e sem questionamentos, sem exercer seu pensamento crítico.
O que tornar-lhes adultos que não saberão construir seus próprios caminhos, pois encontraram tudo pronto.
Já as “escolas asas” devem desempenhar o papel de asas, ou seja, dar autonomia para que os alunos cresçam profissionalmente e, principalmente, pessoalmente. Deve abrir caminhos para que os nossos alunos aprendam e possam voar em busca de seus objetivos. Onde o ensino deve partir da realidade do educando, de suas experiências concretas, das vivências do cotidiano Rubem Alves nos leva a refletir nossas práticas pedagógicas; nosso cotidiano escolar como algo que aprisiona ou desperta o sentimento de liberdade de aprender, tão importante para o educando, demonstrando a necessidade de a escola ser apenas meio para o aluno atingir seus objetivos.


sábado, 15 de outubro de 2016

ANÁLISE DAS PERGUNTAS

No último encontro do Seminário Integrador IV, nos foi lançado um desafio de responder as seguintes perguntas, devido as inúmeras dificuldades na hora da escrita no blog e síntese reflexiva.

1) Qual o significado atual do portfólio?

A estas alturas, admito que o "real" significado do portfólio mudou muito no meu entendimento. No início do curso não compreendia e não conseguia entender o porquê de registrar tudo em um portfólio???Qual o motivo e razão de registrar tudo, se já assistíamos as aulas presenciais, a distância e fazíamos as atividades propostas.Só agora, no terceiro semestre, começo a entender e compreender que o portfólio é mais que um simples registro das minhas atividades, e sim uma ferramenta de trabalho que nos proporciona uma nova perspectiva da aprendizagem, um processo de desenvolvimento, uma análise do desempenho e da aprendizagem, auto-avaliação da didática pedagógica(ou seja, forma de trabalho), que teremos para uma vida toda, e sempre que necessitarmos  ou tivermos alguma dúvida iremos recorrê-lo.

2) Houve alguma mudança na sua forma de entendê-lo e nas suas postagens?

De acordo com a resposta anterior, fica claro que houve muitas mudanças na forma de entender o "real" significado do portfólio, e entendo que hoje além do registro diário, nele expomos nossas dúvidas, experiências, aprendizagens e trocas de aprendizagens, onde a cada atividade realizada descrevemos nossa forma de pensar (opiniões), as dificuldades enfrentadas, dúvidas, análise do desempenho  e da aprendizagem, e principalmente, as "novas" descobertas/aprendizagens, isto é,  nossa visão, opinião e prática de como era feito a nossa prática pedagógica antes das atividades propostas, e como é feito agora, depois das leituras dos textos, das aulas e atividades desenvolvidas.

3) O que se aprende nesta escrita?

Na minha opinião a escrita/registro representa muito mais que um roteiro ou enumeração das atividades desenvolvidas.
Escrever sobre a prática nos faz pensar e refletir sobre cada decisão que foi ou será tomada; permitindo aprimorarmos o nosso trabalho diário com frequência as necessidades dos nossos alunos. Através da escrita é possível identificar as falhas, observar o desenvolvimento do trabalho pedagógico e as evoluções dos nossos alunos. Por isso, a medida que escrevemos nossa prática diária, utilizando o registro como extensão da memória, tornamo-nos mais experientes na produção e reflexão do nosso discurso, aperfeiçoando o nosso fazer pedagógico.


" Por meio do  registro travamos um diálogo com nossa prática, entremeando perguntas, percebendo idas e vindas, buscando respostas que vão sendo elaboradas no encadeamento da escrita na medida em que o vivido vai se tornando explícito e, portanto passível de reflexão ( OSTETTO,Luciana Esmeralda. Observação, registro, documentação: nomear e significar as experiências. In: ( Org). Educação infantil: saberes e fazeres da formação de professores. Campinas: Papirus, 2008, pp 13- 32.)"

4) Que dificuldades envolvem esta escrita?

Posso resumir minha dificuldade da escrita numa simples frase de Paulo Freire:


" A gente pensa melhor quando pensa a partir do que faz, da prática"

Pois acredito, através de experiência própria, depois de iniciar o curso de Pedagogia, que a coragem para enfrentar desafios e mudar posturas enraizadas, é um obstáculo que nós docentes precisamos aprender a vencer, para mudarmos nossa prática pedagógica, e despertar o interesse em nossos alunos.  

1º ENCONTRO PRESENCIAL




O primeiro encontro presencial foi com a disciplina do Seminário Integrador IV, onde começamos nossas atividades fazendo uma análise e reflexão dos estudos e aprendizagens do semestre anterior, momento onde o grande grupo relatou suas maiores dificuldades nas atividades propostas, escrita do blog, e principalmente na escrita da síntese final.
Foi uma noite agradável e produtiva, onde percebi que os medos que me assombram, são os mesmos do grande grupo, mas que a cada semestre vencemos alguns obstáculos, mas ainda temos um longo caminho a percorrer, com muitas aprendizagens e obstáculos a vencer.
Devido as dúvidas existentes o professor lançou estas 4 perguntas para refletirmos e respondermos:

1) Qual o significado atual do portfólio?
2) Houve alguma mudança na sua forma de entendê-lo e nas suas postagens?
3) O que se aprende nesta escrita?
4) Que dificuldades envolvem a escrita?